Movimento: Cadê o Circo? busca retomada do tradicional espaço cultural da cidade

Artistas, simpatizantes, jornalistas e produtores culturais reúnem-se no movimento: Cadê o Circo? O intuito é chamar atenção da opinião pública, promover o debate e lançar a retomada do projeto Circo da Cidade (Espaço Cultural Nelson Brito). O Circo foi criado em 1999, idealizado por Luiz Pedro, então Presidente da FUNC, na gestão de Jackson Lago.

A iniciativa cumpria magnificamente seu papel de espaço público como suporte para várias ações e iniciativas artísticas, institucionais e independentes, até 2012, quando foi desativado na gestão de João Castelo. De lá pra cá, permaneceu vivo no imaginário coletivo tendo já ocorrido algumas outras manifestações em prol da reativação dessa tradicional casa para a cultura local, inclusive, com solicitações da Câmara Municipal à Prefeitura de São Luís, mas em vão. Espera-se que, desta vez, o clamor da classe artística ludovicense possa ser atendido pela gestão atual. No detalhe, o multiartista Beto Ehong em entrevista à repórter Anniele Pimentel (TV Guará/Cultura). Para saber mais: @cadeocirco.

2 Responses

  1. E São Luís do Maranhão, que é também conhecida como a terra do ” já teve”, dá um passo à frente e passa a ser a terra do ” cadê”; isto é, agora as cobranças estão mais ferrenhas e insistentes. Esse é um dos caminhos para que um dia cheguemos a ser também a “TERRA DO BONS ELEITORES”.

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DIÁRIO DE BORDO NO JP

Vanessa Serra é jornalista. Ludovicense, filha de rosarienses.

Bacharel em Comunicação Social – habilitação Jornalismo, UFMA; com pós-graduação em Jornalismo Cultural, UFMA.

Atua como colunista cultural, assessora de comunicação, produtora e DJ. Participa da cena cultural do Estado desde meados dos anos 90.

Publica o Diário de Bordo, todas as quintas-feiras, na página 03, JP Turismo – Jornal Pequeno.

É criadora do “Vinil & Poesia” que envolve a realização de feira, saraus e produção fonográfica, tendo lançado a coletânea maranhense em LP Vinil e Poesia – Volume 01, disponível nas plataformas digitais. Projeto original e inovador, vencedor do Prêmio Papete 2020.

Durante a pandemia, criou também o “Alvorada – Paisagens e Memórias Sonoras”, inspirado nas tradições dos folguedos populares e lembranças musicais afetivas. O programa em set 100% vinil, apresentado ao ar livre, acontece nas manhãs de domingo, com transmissões ao vivo pelas redes sociais e Rádio Timbira.

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